terça-feira, 26 de outubro de 2010

Analisando os ritmos musicais

Durante muitos anos, o povo de Deus teve preconceito por certos estilos musicais, e até hoje, podemos ver pessoas com um certo preconceito, mesmo que a palavra usada para atacar o estilo musical dentro da nossa fé, não seja este argumento.

Hoje em dia, podemos ver diferentes ritmos, como rock, funk, rap, pagode... Enfim, a música gospel sofre uma verdadeira revolução, o rap por exemplo, cresceu de forma espetacular, o grupo Ao Cubo, por exemplo, já conquistou Disco de Ouro por Um por Todos, o mais recente disco do grupo.

Porém, ainda temos muito o que fazer, existem certas comunidades evangélicas, que em suas reuniões, proibem a execução de certos ritmos musicais, sabemos que existem musicas que são congregacionais, ou seja, com uma forma musical ideal para serem executadas no que as pessoas chamam de Igreja (quando na verdade, Igreja são pessoas), porém, não devemos proibir, e muito menos, mudar a personalidade das pessoas.

Nos anos 80, quiseram proibir a bateria, a guitarra, e hoje, a maioria das Igrejas do Brasil, tem esses instrumentos musicais em suas reuniões, e acredito que devemos usar a nossa influência, para quebrar as barreiras que ainda estão cercando o mundo cristão.

Hoje, nós podemos ver Gospel Nights e eventos de conceito cristão, que exploram os mais diversos ritmos evangélicos, e que estão atraindo uma boa parcela de público cristão.

Devemos orar para que estas barreiras, que ainda cercam o povo de Deus, possam cair por terra, e que o ritmo que possa ser entoado nas Igrejas do Brasil, seja o ritmo do coração do mesmo corpo, o Corpo de Cristo, batendo e clamando por unidade.

Por Tarcísio Wallace Sant'Anna

Fonte: Marcados com Sangue

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